Desejar-te
Não é porque não te tenho como uma certeza eterna
que me sinto impossibilitado de desejar-te eternamente
mesmo sabendo que será algo eterno
apenas enquanto durá...
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Partindo de algumas recentes leituras e de minhas ousadias reflexivas que aprofundaram minha visão dialética das coisas, acredito ter omitido um ponto em minha última reflexão acerca do amor. Apresentei o amor como uma categoria que se fundamenta na liberdade e no perdão. Entretanto para complementar a dialética que envolve essas duas categorias liberdade e perdão se faz necessário pensar em justiça e autoridade como pesos antagônicos que equilibram a balança do verbo amar. A liberdade por si só desequilibraria assim como o profundo perdão unicamente.
Dialeticamente pensando toda liberdade carrega em si a autoridade assim como todo perdão carrega em si a justiça. Liberdade sem autoridade corre-se o risco de cair na licenciosidade assim como autoridade sem liberdade corre-se o risco de cair no autoritarismo que, nas palavras de Paulo Freire, seriam como a “ruptura do equilíbrio tenso entre autoridade e liberdade“. O mesmo ocorre com o perdão. Pensar em perdão acarreta termos que pensar na justiça, um sem o outro rompe-se o equilíbrio das coisas, rompe-se com o amor entendido aqui como categoria superior que se fundamenta nesses dois pilares.
Lembrei-me de passagens bíblicas que nos transmitem uma imagem de Deus como um ser que ama, por amar ele é justo, mais também perdoa. Biblicamente também nos é transmitido a idéia de que somos seres éticos frente às possibilidades de caminhos que podemos tomar em nossas vidas. Ser ético acarreta ser autônomo. Autonomia que se fundamenta na liberdade de nossas escolhas assim como presos a autoridade de termos que nos responsabilizarmos sob elas.
“A liberdade é uma prisão”.
Liberte-se...;)
Dialeticamente pensando toda liberdade carrega em si a autoridade assim como todo perdão carrega em si a justiça. Liberdade sem autoridade corre-se o risco de cair na licenciosidade assim como autoridade sem liberdade corre-se o risco de cair no autoritarismo que, nas palavras de Paulo Freire, seriam como a “ruptura do equilíbrio tenso entre autoridade e liberdade“. O mesmo ocorre com o perdão. Pensar em perdão acarreta termos que pensar na justiça, um sem o outro rompe-se o equilíbrio das coisas, rompe-se com o amor entendido aqui como categoria superior que se fundamenta nesses dois pilares.
Lembrei-me de passagens bíblicas que nos transmitem uma imagem de Deus como um ser que ama, por amar ele é justo, mais também perdoa. Biblicamente também nos é transmitido a idéia de que somos seres éticos frente às possibilidades de caminhos que podemos tomar em nossas vidas. Ser ético acarreta ser autônomo. Autonomia que se fundamenta na liberdade de nossas escolhas assim como presos a autoridade de termos que nos responsabilizarmos sob elas.
“A liberdade é uma prisão”.
Liberte-se...;)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Estive pensando esse sofrimento quando passamos por uma desilusão amorosa se dá devido a deturpação do significado do amor, é meio que um amar egocêntrico pois assim, resumindo a conversa, se existe ou existiu amor na relação, o amor nada mais é do que liberdade,perdão, desapego...
Pergunta: agente está aberto a perdoar e a deixar o outro livre? Rsrsrs...
(atravessado pelo cristianismo)
rsrs... vou lembrando de coisas e deu vontade de falar rsr...que assim, fazendo uma relaçãos com alguns constructos teóricos exercer essa liberdade, esse perdão no amor é como lutar contra nossos instintos, contra um estado de alienação, ou contra as contingências de reforçamento do ambiente" mais veja, tanto em comportamental quanto em psicologia social e psicanálise o que se busca mesmo? o chamado empoderamento, ou auto controle, que vai justamente no sentido de que tenhamos um mínimo controle de si sobre nosso comportamento “comportamental” simbolizar algo, apropriar-se dos nossos próprios desejos “psicanálise" tornar-se ser empoderado e consciente das questões que nos afetam em “dialética marxista"
concluindo, desapegar-se, perdoar é uma luta difícil que nos leva a apropriarmos do nosso próprio ser, é arriscado, é doloroso... mais no fundo é o que dá o verdadeiro sabor a vida...^^
Pergunta: agente está aberto a perdoar e a deixar o outro livre? Rsrsrs...
(atravessado pelo cristianismo)
rsrs... vou lembrando de coisas e deu vontade de falar rsr...que assim, fazendo uma relaçãos com alguns constructos teóricos exercer essa liberdade, esse perdão no amor é como lutar contra nossos instintos, contra um estado de alienação, ou contra as contingências de reforçamento do ambiente" mais veja, tanto em comportamental quanto em psicologia social e psicanálise o que se busca mesmo? o chamado empoderamento, ou auto controle, que vai justamente no sentido de que tenhamos um mínimo controle de si sobre nosso comportamento “comportamental” simbolizar algo, apropriar-se dos nossos próprios desejos “psicanálise" tornar-se ser empoderado e consciente das questões que nos afetam em “dialética marxista"
concluindo, desapegar-se, perdoar é uma luta difícil que nos leva a apropriarmos do nosso próprio ser, é arriscado, é doloroso... mais no fundo é o que dá o verdadeiro sabor a vida...^^
A resposta...
Outro dia você havia me convocado a remar... Aventurei-me a entrar nesse barco porém, parece que as promessas que outrora foram feitas por você antes de embarcar não foram cumpridas... “(...) Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes.” As cicatrizes parecem profundas demais para serem simplesmente abandonadas... De fato você também me alertou que essa viagem poderia não durar muito... “E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir” entretanto, pensara eu que essa viagem pudesse durar muito mais pois, fiz tudo o que me pediu, remei junto com você, aprendi a nadar, mais parece que alguem desistiu de cumprir o acordo...
“Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças!” agora quem tem pede isso sou eu....
“[...] tem que me prometer que essa viagem não vai ser à toa, que vale a pena. Que por você vale à pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar.”...
O amor é capaz de superar essa atribulações, não existe navegação sem elas.. fazem parte do “Remar. Re-amar. Amar.”
Se o barco não suportou as atribulações é porque não existiu amor...
Outro dia você havia me convocado a remar... Aventurei-me a entrar nesse barco porém, parece que as promessas que outrora foram feitas por você antes de embarcar não foram cumpridas... “(...) Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes.” As cicatrizes parecem profundas demais para serem simplesmente abandonadas... De fato você também me alertou que essa viagem poderia não durar muito... “E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir” entretanto, pensara eu que essa viagem pudesse durar muito mais pois, fiz tudo o que me pediu, remei junto com você, aprendi a nadar, mais parece que alguem desistiu de cumprir o acordo...
“Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças!” agora quem tem pede isso sou eu....
“[...] tem que me prometer que essa viagem não vai ser à toa, que vale a pena. Que por você vale à pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar.”...
O amor é capaz de superar essa atribulações, não existe navegação sem elas.. fazem parte do “Remar. Re-amar. Amar.”
Se o barco não suportou as atribulações é porque não existiu amor...
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