terça-feira, 15 de fevereiro de 2011







Vai... retorna ao teu cais enquanto há tempo e busca outro barco pois, quem sabe, ele não seja capaz de te levar onde tu tanto desejas...



Pode-se abrir duas portas ao mesmo tempo?


Imagine um jogo em que o objetivo é abrir e fechar portas sendo que o jogador tem em mãos uma única porta a qual preencherá os espaços vazios, contudo, a abertura de uma porta acarreta o fechamento de outras... sendo assim é possível abrir ambas as portas a mesmo tempo???
Bem com essas regras bem delimitadas, acredito que não... o que me vem a mente é a possibilidade de reabrir antigas portas que noutras “jogadas” foram fechadas mais mesmo assim a reabertura dessa antiga porta fará desse ato uma nova jogada em que se revisita antigos espaços vazios...
Desejar-te

Não é porque não te tenho como uma certeza eterna
que me sinto impossibilitado de desejar-te eternamente
mesmo sabendo que será algo eterno
apenas enquanto durá...
depende da perspectiva que se olhe....

As flores
sabe as flores??
elas são legais... :)
mais tem espinhos... :/
e sujam o jardim de montão...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Partindo de algumas recentes leituras e de minhas ousadias reflexivas que aprofundaram minha visão dialética das coisas, acredito ter omitido um ponto em minha última reflexão acerca do amor. Apresentei o amor como uma categoria que se fundamenta na liberdade e no perdão. Entretanto para complementar a dialética que envolve essas duas categorias liberdade e perdão se faz necessário pensar em justiça e autoridade como pesos antagônicos que equilibram a balança do verbo amar. A liberdade por si só desequilibraria assim como o profundo perdão unicamente.

Dialeticamente pensando toda liberdade carrega em si a autoridade assim como todo perdão carrega em si a justiça. Liberdade sem autoridade corre-se o risco de cair na licenciosidade assim como autoridade sem liberdade corre-se o risco de cair no autoritarismo que, nas palavras de Paulo Freire, seriam como a “ruptura do equilíbrio tenso entre autoridade e liberdade“. O mesmo ocorre com o perdão. Pensar em perdão acarreta termos que pensar na justiça, um sem o outro rompe-se o equilíbrio das coisas, rompe-se com o amor entendido aqui como categoria superior que se fundamenta nesses dois pilares.

Lembrei-me de passagens bíblicas que nos transmitem uma imagem de Deus como um ser que ama, por amar ele é justo, mais também perdoa. Biblicamente também nos é transmitido a idéia de que somos seres éticos frente às possibilidades de caminhos que podemos tomar em nossas vidas. Ser ético acarreta ser autônomo. Autonomia que se fundamenta na liberdade de nossas escolhas assim como presos a autoridade de termos que nos responsabilizarmos sob elas.

“A liberdade é uma prisão”.
Liberte-se...;)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O mundo está pra entrar em guerra nuclear e ela nem sabe que eu a amo ¬¬"...
Pra pensar...
saber como se cai ou o que te fez cair não te impede de sentir a dor da queda